Terapeuta ocupacional · Integração Sensorial · Desenvolvimento infantil de 0 a 7 anos
@carolventurini.to
O tratamento estruturado só começa depois de entender a criança.
Uma conversa longa sobre a história da criança: gestação, saúde, rotina, sono, alimentação, brincar.
Não existe pergunta boba. A rotina costuma ser o mais importante.
Começa pelo brincar livre, sem tarefa imposta. Depois entram questionários e instrumentos validados, escolhidos conforme a idade e a necessidade de cada avaliação.
Se a criança chorar ou não render num dia, isso também é informação.
Explico o que observei e o que os instrumentos mostraram. Daí sai o plano terapêutico: o quê, por quê e com que frequência.
Se a criança não precisar de terapia agora, eu digo isso. Orientação também é desfecho.
O tratamento acontece a partir do plano terapêutico traçado na avaliação de cada criança. Ajusto os desafios na medida certa e ofereço apoio e suporte individual.
Ganhos não são lineares. Semanas paradas fazem parte, sem culpa.
A reavaliação acontece pensando no alcance das metas: o que mudou e o que precisa de ajuste, ou se é hora da alta — sempre em decisão conjunta com a família.
Alta não é abandono. É a criança participando bem da vida dela.
O que você pode esperar de mim, e o que eu não faço.
Oriento quem atende crianças com Trissomia 21, a partir da minha experiência clínica.
O primeiro contato é para entender o que está acontecendo e ver se eu sou a profissional certa para esse momento.
Chamar no WhatsAppFormada há 23 anos, dedicada ao desenvolvimento infantil, com formação internacional em Integração Sensorial de Ayres pela USC e pós-graduação em Integração Sensorial no Desenvolvimento Infantil. Dedicada à clínica e, sobretudo, ao acompanhamento de crianças com a trissomia do cromossomo 21.
Antes de intervir, enxergar a criança.